Quem emite Nota Fiscal Eletrônica no Brasil precisa assinar o XML com um certificado digital ICP-Brasil. Existem dois tipos no mercado, e a escolha impacta custo e praticidade:
A1 — arquivo, instala no computador
O A1 é um arquivo .pfx com senha, válido por 1 ano. Vantagens: mais barato (a partir de ~R$ 100/ano), fácil de usar em servidores e automações — é o formato que sistemas de emissão como o nosso gerador de NF consomem. Desvantagem: quem tem o arquivo + senha tem a sua assinatura, então a proteção do arquivo é responsabilidade sua.
A3 — cartão ou token, mais seguro
O A3 fica em um token USB ou cartão inteligente, válido de 1 a 3 anos. A chave nunca sai do dispositivo, o que dificulta roubo. Em contrapartida, exige o dispositivo fisicamente conectado na hora de assinar — ruim para automação em nuvem.
Qual escolher?
- MEI, autônomo e pequenas empresas que emitem sozinhas: A1 — mais barato e funciona direto no gerador;
- Empresas com compliance rígido ou emissor em máquina compartilhada: A3 em token.
Dica: conforme anunciado, a CoreByte vai oferecer certificados digitais diretamente na plataforma em breve — com assinatura das notas sem sair do sistema. Fique de olho no blog.