É a pergunta que mais ouvimos — e a resposta honesta começa destruindo uma expectativa: você não paga pela "IA", paga pelo modelo de entrega. E existem dois.
Modelo 1: aluguel por consumo (as APIs)
As IAs genéricas cobram por token — a unidade de texto processada. Cada conversa, cada documento analisado, cada agente rodando custa fração de centavo de dólar... multiplicada por milhares de eventos por dia. Empresas descobrem o tamanho da conta quando a fatura chega: o custo cresce linear com o uso, em dólar, para sempre. É aluguel: pare de pagar, pare de funcionar.
Modelo 2: mensalidade fixa (IA personalizada)
Na CoreByte, o modelo é treinado com os seus dados e entregue como um sistema seu, com mensalidade fixa que inclui infraestrutura, memória viva, guardrails e atualizações. O uso pode triplicar que a conta não muda. E como o modelo roda em infraestrutura sob seu controle (local, CPU ou GPU dedicada), você não paga imposto de intermediário a cada palavra.
O que realmente pesa no orçamento
- Volume e variedade de dados que a IA precisa dominar no treinamento.
- Integrações — ERP, agenda, WhatsApp, sistemas internos.
- Formato de hospedagem — on-premise (sigilo máximo), CPU eco ou GPU turbo.
- Memória viva — leitura em tempo real do que muda todo dia.
Uma IA que atende clientes 24h, conhece seus contratos e nunca alucina preço custa menos que um estagiário júnior — e não tira férias. Se você quer um número com o seu cenário, fale com a gente no WhatsApp: passamos uma estimativa transparente, sem enrolação.